segunda-feira, 31 de outubro de 2011

DEZ PROVAS DE QUE O MESSIAS PROFETIZADO AOS JUDEUS É O MESMO JESUS DOS CRISTÃOS


Jefferson Magno Costa

     Ajude um judeu a ter um encontro de salvação com Jesus. Apresente-lhe estas dez provas de que o Messias esperado até hoje pelo povo judeu já veio ao mundo, e é o mesmo Jesus Cristo em quem os evangélicos creem, e a quem servem.
     Apresente-lhe dez profecias messiânicas do Antigo Testamento, e prove-lhe com o Novo Testamento que elas se cumpriram unicamente em nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. 


1a. PROFECIA: O VERDADEIRO MESSIAS TERIA A UNÇÃO ESPECIAL DO ESPÍRITO SANTO
     Coube ao profeta Isaías profetizar, cerca de sete séculos antes do nascimento de Jesus Cristo, que o Messias teria sobre si o Espírito de Deus:
     “Repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o Espírito de sabedoria e de entendimento, O Espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor” (Isaías 11.2).
     Mais adiante, no capÍtulo 42, versículo 1, o Senhor diz: “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz: pus sobre ele o meu Espírito, e ele promulgará o direito para os gentios.”


1a. PROVA: CUMPRIMENTO DESTA PROFECIA EM JESUS CRISTO
     Assim está escrito no relato do batismo de Jesus: “Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele. E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mateus 3.16,17). Veja também Marcos 1.10,11; Lucas 4.15-21.


2a. PROFECIA: O VERDADEIRO MESSIAS TERIA ZELO PELO TEMPLO DO SENHOR
     No salmo messiânico 69, versículo 9, assim diz o Messias: “Pois o zelo da tua casa me consumiu, e as injúrias dos que te ultrajam caem sobre mim.”


2a. PROVA: CUMPRIMENTO DESTA PROFECIA EM JESUS CRISTO
     Jesus Cristo, o Messias, zeloso pelas coisas de Deus, purificou o Templo, em cumprimento do que estava escrito a seu respeito:
     “E encontrou no Templo os que vendiam bois, ovelhas, e pombas, e também os cambistas assentados; tendo feito um azorrague de cordas, expulsou a todos do templo, bem como as ovelhas e os bois, derramou pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas e disse aos que vendiam as pombas: tirai daqui estas cousas; não façais da casa de meu Pai casa de negócio” (João 2.14-16).


3a. PROFECIA: UM MENSAGEIRO ANUNCIARIA A VINDA DO VERDADEIRO MESSIAS
     Tanto o profeta Isaías (mais de 700 anos antes do nascimento do Messias), como o profeta Malaquias (mais de 400 anos antes do nascimento do nosso Salvador, o Messias, Jesus Cristo) profetizaram sobre alguém que viria para preparar o caminho do Senhor. Isaías 40.3:
     “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda ao nosso Deus”. Malaquias 3.1: “Eis que eu envio o meu mensageiro que preparará o caminho diante de mim; de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o anjo da aliança, a quem vós desejais; eis que ele vem, diz o Senhor dos Exércitos”.


3a. PROVA: CUMPRIMENTO DESTA PROFECIA EM JESUS CRISTO
     “Naqueles dias apareceu João Batista pregando no deserto da Judéia, e dizia: "Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mateus 3.1,2). Em João 1.19-23, vemos que os sacerdotes e levitas interrogaram João Batista para saber quem ele era:
    “Disseram-lhe pois: Declara-nos quem és, para que demos respostas àqueles que nos enviaram; que dizes a respeito de ti mesmo? Então ele respondeu: Eu sou a voz do que clama no deserto: endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías”.
     João Batista foi, portanto, o mensageiro anunciador da vinda de Jesus Cristo, o Messias que havia de vir (Mateus 3.11,12; João 1.29-31).


4a. PROFECIA: O VERDADEIRO MESSIAS INICIARIA O SEU MINISTÉRIO NA GALILEIA
     Falando sobre o nascimento e o reino do Príncipe da Paz – Jesus Cristo, o Messias -, o profeta Isaías revelou profeticamente (mais de sete séculos antes do fato acontecer) onde o nosso Salvador iniciaria seu ministério: “Mas para a terra que estava aflita não continuará a obscuridade; Deus nos primeiros tempos tornou desprezível a terra de Zebulom e a terra de Naftali; mas nos últimos tornará glorioso o caminho do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios” (Isaías 9.1).


4a. PROVA: CUMPRIMENTO DESTA PROFECIA EM JESUS CRISTO
      A confirmação da profecia de Isaías em Jesus Cristo está em Mateus 4.12,13,17: “Ouvindo, porém, Jesus que João fora preso, retirou-se para a Galileia; e, deixando Nazaré, foi morar em Cafarnaum, situada à beira-mar, nos confins de Zebulom e Naftali; (...) Daí por diante passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.”


5a. PROFECIA: O VERDADEIRO MESSIAS ENTRARIA EM JERUSALÉM MONTADO EM UM JUMENTINHO
      Zacarias iniciou o seu ministério profético 520 anos antes do nascimento de Jesus Cristo. Humanamente falando, era totalmente impossível ele saber se o Messias entraria ou não em Jerusalém, e em que circunstâncias entraria. Porém, assim escreveu o profeta:
      “Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, montado em jumentinho, um jumentinho, cria de jumenta” (Zacarias 9.9).


5a. PROVA: CUMPRIMENTO DESTA PROFECIA EM JESUS CRISTO
      “E indo os que foram mandados, acharam segundo lhes dissera Jesus. Quando eles estavam soltando o jumentinho, seus donos lhes disseram: Por que o soltais? Responderam: Porque o Senhor precisa dele. Então o trouxeram e, pondo as suas vestes sobre ele, ajudaram Jesus a montar. Indo eles, estendiam no caminho as suas vestes. E quando se aproximava da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulo passou, jubilosa, a louvar a Deus em alta voz, por todos os milagres que tinham visto, dizendo: Bendito é o Rei que vem em nome do Senhor!...”(Lucas 19.32-38).


6a. PROFECIA: O VERDADEIRO MESSIAS ENTRARIA NO TEMPLO
      O livro do profeta Malaquias foi escrito mais de 400 anos antes do nascimento de Jesus Cristo; porém, em uma de suas profecias messiânicas, lemos: “... de repente virá ao seu templo do Senhor, a quem vós buscais...” (Malaquias 3.1b).
      Tanto Malaquias 3.1, como Daniel 8.26 revelam que o Messias viria antes da destruição do Templo. (Quando Jesus Cristo nasceu, o Templo em Jerusalém ainda estava de pé. Porém, Cristo profetizou que “não ficaria pedra sobre pedra”, Mateus 24.1,2.
      Esta profecia se cumpriu no ano 70 d.C., quando o general romano Tito e suas tropas o destruíram, e até hoje ele não foi reconstruído. Esta é mais uma das irrefutáveis provas de que Jesus Cristo é o Messias que havia de vir!)


6a. PROVA: CUMPRIMENTO DESTA PROFECIA EM JESUS CRISTO
      Isto aconteceu com Jesus Cristo: “Tendo Jesus entrado no templo...” (Mateus 21.12).


7a. PROFECIA: O VERDADEIRO MESSIAS REALIZARIA MILAGRES
     Esta foi outra grande profecia messiânica de Isaías, ao falar sobre o reinado do justo Rei (Isaías 32.3,4). Não haveria dúvidas quanto aos seus milagres: “Então se abrirão os olhos dos cegos, e se desimpedirão os ouvidos dos surdos; os coxos saltarão como cervos, e a língua dos mudos cantará...” (Isaías 35.5,6).


7a. PROVA: CUMPRIMENTO DESTA PROFECIA EM JESUS CRISTO
      Os milagres realizados por Jesus Cristo durante o seu ministério maravilharam todo o povo da Palestina (Mateus 9.32,33). A notícia de que o Messias era chegado e estava entre o povo de judeu realizando milagres corria de cidade em cidade:
     “E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades” (Mateus 9.35).
      Àqueles que duvidavam se Jesus era ou não o Messias que havia de vir, Jesus respondia mencionando os milagres que estavam sendo por Ele realizados:
      “Quando João ouviu no cárcere falar das obras de Cristo, mandou por seus discípulo perguntar-lhe: És tu aquele que estava para vir, ou havemos de esperar outro? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Ide, e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo: Os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitado, e aos pobres está sendo pregado o evangelho” (Mateus 11.2-5).


8a. PROFECIA: O VERDADEIRO MESSIAS USARIA PARÁBOLAS NOS SEUS ENSINAMENTOS
      No salmo 78, versículo 2, lê-se a seguinte passagem profético-messiânica: “Abrirei os meus lábios em parábolas, e publicarei enigmas dos tempos antigos”.


8a. PROVA: CUMPRIMENTO DESTA PROFECIA EM JESUS CRISTO
      Mateus 13.3,4: “Todas estas coisas disse Jesus às multidões por parábolas, e sem parábolas nada lhes dizia...”


9a. PROFECIA: O VERDADEIRO MESSIAS SERIA CHAMADO DE SENHOR
      No Salmo 110, escrito por Davi sobre o reino e o sacerdócio do Messias, leem-se as seguintes palavras proféticas: “Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés” (Salmo 110.1).


9a. PROVA: CUMPRIMENTO DESTA PROFECIA EM JESUS CRISTO
      Quando Jesus nasceu, um anjo anunciou aos pastores em Belém: “...É que hoje vos nasceu na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lucas 2.11).
      Para deixar bem claro aos escribas e saduceus que Ele, Jesus Cristo, apesar de humanamente descender do rei Davi, estava acima dele como Rei dos reis e Senhor dos senhores, Jesus perguntou a esses homens:
     “Como podem dizer que o Cristo é filho de Davi? Visto como o próprio Davi afirma no livro dos Salmos: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por estrado dos teus pés. Assim, pois, Davi lhe chama Senhor, e como pode ser ele seu filho?” (Lucas 20.41-44).


10a. PROFECIA: O VERDADEIRO MESSIAS SERIA CAHAMADO DE "EMANUEL" ("DEUS CONOSCO")
      Esta foi mais uma profecia messiânica de Isaías (7.14): “Portanto, o Senhor mesmo nos dará sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e lhe chamará Emanuel”.


10a. PROVA: CUMPRIMENTO DESTA PROFECIA EM JESUS CRISTO
      Durante o relato do nascimento de Jesus, o evangelista Mateus comentou: “Ora, tudo isso aconteceu, para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor por intermédio do profeta: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome Emanuel (que quer dizer: Deus Conosco).”
      Eis, portanto, dez provas de que o Messias profetizado no Antigo Testamento é o mesmo Jesus a quem nós, os evangélicos, confessamos como Salvador e servimos. Em Jesus Cristo, tudo o que os profetas profetizaram sobre o Messias teve o seu fiel cumprimento.
Jefferson Magno Costa

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

OS MAIORES FILÓSOFOS DA HUMANIDADE RECONHECEM: DEUS EXISTE!

Ao contrário do que muitos ateus pensam, as maiores inteligências que o mundo já viu, os gênios que deixaram as marcas mais profundas de sua passagem sobre a face da terra, reconheceram a existência de Deus. Conforme comentou um apologista cristão, "estas frontes iluminadas pelos esplen­dores do gênio, aureoladas pelas glórias do saber, consagradas e abençoadas pela memória dos homens, curvaram-se humil­des e reverentes ante o nome de Deus." Com muita razão, o filósofo inglês Francis Bacon (1561-1626) observou que "pouca ciência afasta o homem de Deus, porém muita ciência a Deus o conduz".
SÓCRATES CONFESSA SUA CRENÇA NA EXISTÊNCIA DE UM SÓ DEUS
 Consideremos o período da história humana em que a filosofia atingiu o seu esplendor. Entre os gregos, precisamente em Atenas, existiu um filósofo pagão, cuja agudeza de raciocínio e método de ensinar filosofia aos seus alunos o colocou entre os mais profundos pensadores de todos os tempos: Sócrates. Por não ter concordado com a crença politeísta dos gregos, Sócrates foi julgado e condenado à morte. (Aliás, este foi um dos motivos de sua condenação). Mas eis o que esse pensador declarou sobre Deus:
"Acredito na existência de um só Deus todo-poderoso, dotado de sabedoria e bondade absolutas, provadas com a sublime harmonia do universo e com a maravilhosa orga­nização do corpo humano. Relativamente à fé na existên­cia de Deus, há nos diversos povos um acordo unânime que faz a humanidade como que uma só família. A fé religiosa é anterior a toda civilização; os viajantes não descobrem povo algum sem lhe reconhecerem pelos menos um culto grosseiro; a história vê por toda parte Deus associado geralmente tanto às alegrias como às lágrimas da huma­nidade. Esta crença, quaisquer que sejam os erros que a tenham obscurecido, longe de favorecer em si mesma as paixões, combate-as; só pode ter, portanto, como origem, os princípios que o próprio Deus gravou no espírito huma­no."
Isto foi dito por um filósofo pagão! Foi diante de posiciona­mentos como este que o filósofo cristão Clemente de Alexandria chegou a declarar que a filosofia dos gregos não continha toda a verdade, "mas em todo caso era um fragmento da verdade eterna". Além de Sócrates, dois outros filósofos tornaram a filosofia grega digna das palavras elogiosas de Clemente. Seus nomes: Platão (429-347 a.C.) e Aristóteles (384-322 a.C.)

PLATÃO TATEIA NAS TREVAS EM BUSCA DO CRIADOR
 De todos os filósofos pagãos que falaram sobre Deus antes da Era Cristã, Platão foi o maior. O orador e teólogo francês Bossuet chamava-o de "divino", e outros teólogos chegaram a compará-lo a Moisés. "Era Moisés escrevendo em grego", diziam, cheios de admiração diante das obras desse célebre filósofo.
Nascido em Atenas, Platão, ainda bem moço, tornou-se aluno de Sócrates, e foi sob a influência e os ensinamentos desse célebre pensador grego que ele se tornou filósofo, criando, entre outras coisas, o Idealismo — sistema das idéias, onde a mais importante de todas elas é a idéia da  existência de Deus. Para nós, apologistas (defensores) do Cristianismo, é muitissimamente importante sabermos o que a genialidade de Platão descobriu sobre o Criador do universo. Comparando a verdade à luz, e Deus ao próprio sol (séculos mais tarde, o escultor e pintor italiano Miguel Ângelo escreveria: "O sol é a sombra de Deus"), Platão declarou:
"Se tu abres os olhos, vês a luz, mas o teu olhar seguinte eleva-se para cima, para a origem de onde toda a luz é oriunda, para o sol; e quando os olhos do espírito se abrem, vê-se a verdade; mas o segundo olhar volta-se para onde nasce toda a verdade, para o sol dos espíritos, para Deus."
Platão costumava afirmar que existe na alma um ponto central, uma região onde Deus se manifesta ao ser humano "tocando-o neste ponto e suspendendo-o a Ele". A isto Platão chamava "Voz da consciência" ou "lei natural gravada no cora­ção". Ele também dizia que todos os homens deveriam esforçar-se para corrigir em si, mediante a contemplação da harmonia do Todo, "esses movimentos pessoais e desordenados que a natureza humana semeou no foco de nossa alma ao sermos gerados, a fim de que o contemplador recobre sua primeira natureza e, através dessa semelhança divina, torne-se apto a possuir finalmente a vida perfeita que Deus oferece aos homens para o tempo presente e para a eternidade".
Ora, não são perfeitamente visíveis, nas palavras desse filósofo pagão, a doutrina do pecado original e a necessidade de o homem experimentar a regeneração e voltar ao seu antigo bom relacionamento com Deus? Se o mundo no tempo de Platão estava mergulhado no pecado, e a humanidade (com exceção da Nação escolhida) procurava conviver pacificamente com a idolatria e a corrupção moral, o que teria levado o aluno de Sócrates a detectar entre os seus contemporâneos, quase 500 anos antes do nascimento do nosso Salvador Jesus Cristo, a necessidade de regeneração, a não ser o Deus da justiça, da pureza e da verdade? "Filosofar é amar a Deus", reconhece o grande filósofo.
ARISTÓTELES: DEUS É O MOTOR QUE MOVE O MUNDO
 Nascido em Estagira, Grécia, em 384 a.C, Aristóteles é o terceiro grande nome da filosofia pagã. Mudando-se para Atenas aos 18 anos de idade, começou a frequentar a escola de Platão, com quem aprendeu filosofia durante 20 anos. Mais tarde tornou-se professor de Alexandre, o Grande, e fundou sua própria escola. Suas idéias sobre Deus marcaram profunda­mente o pensamento dos teólogos cristãos, surgidos cinco sécu­los após sua morte. O gigantesco edifício de ciência e cultura criado por Aristóteles permanece nos séculos e milênios como um monumento imperecível do seu potente gênio.
Para provar a existência de Deus, Aristóteles criou o argu­mento do motor. Diz ele que tudo o que está em movimento é movido por outra coisa. Tomemos o Sol como exemplo. Ele está em movimento; portanto, outra coisa o movimenta. Essa coisa que move o Sol, ou está também em movimento ou está imóvel. Se está imóvel, o argumento de Aristóteles fica demonstrado, ou seja: que é necessário afirmar a existência de algo que tudo move e que não é movido por nada: Deus. Porém, se o que move o Sol está também em movimento, isto significa que ele está sendo movido também por outra força. Aristóteles mostra que é impossível continuarmos recuando até o infinito. Faz-se, portanto, necessário afirmar a existência do causador de todos esses movimentos, que não é outra pessoa senão Deus. Ele é o motor que movimenta tudo.
Alguém já comentou que se há alguma verdade no ensino dos filósofos e dos cientistas, deve ela vir do próprio Deus da verdade. Esse comentário está de acordo com o que Aristóteles pensava sobre Deus. No seu livro Metafísica, Aristóteles ad­mite a existência de um Deus distinto do mundo, um Deus vivo, onipotente, Causa Primeira, motor imóvel (que move tudo e não é movido por nada fora de si mesmo), vivente, eterno e perfeito; um Deus que é soberano, infinitamente inteligente, invisível em si mesmo, mas visível em suas obras, que a tudo governa por sua ação e por sua Providência, como um general governa um exército. Um Deus justo, que castiga o homem livre e violador de sua lei imutável, e recompensa com a felicidade, agora e no porvir, aos que se unem à justiça.
Falando dessa maneira sobre Deus, Aristóteles confirma aqui perfeitamente a frase de Platão: "Todos os sábios não têm mais que uma voz." Há uma filosofia universal, uma sabedoria natural e comum; ela é a mesma em todos os homens dóceis à luz da razão; é ela que os conduz ao reconhecimento da exis­tência de Deus. Todos os pensadores de primeira ordem chegam à esta conclusão: Deus existe. Porém, hoje estamos inseridos no século do ateísmo. Milhões de seres humanos vivem separados da fé universal na existência de Deus: são como "estrelas errantes, para as quais tem sido eternamente reservada a escuridão das trevas" (Judas v.13).
Vimos que os três maiores pensadores da filosofia grega (e, podemos dizer, de toda a filosofia pagã antes do advento do cristianismo), reconheceram a existência de Deus, apesar de não terem obtido o conhecimento de sua essência, conforme o próprio Deus revelou a Moisés no monte Horebe (Êxodo 3.14). Porém, todos os grandes gênios da humanidade sofreram a influência de uma espécie de iluminação natural acerca da existência de Deus. Através da imensa capacidade de raciocínio de que foram dotados (a chamada razão humana), eles conseguiram obter sólidas provas da existência do Criador.
Fica evidenciado deste modo que, através do trabalho da mente humana (fazendo-se uso da razão, portanto), o homem pode descobrir pelo menos uma parte da verdade sobre Deus. É o que se chama "conhecimento natural". Porém, esse conhe­cimento é incompleto. Foi necessário que Deus se revelasse à humanidade através de sua Palavra para que todos pudessem conhecê-lo. Essa revelação alcançou a sua plenitude no seu Filho Jesus Cristo.
Devemos considerar também o fato de que o "conhecimento natural" que o ser humano pode obter de Deus é insuficiente para levá-lo ao reconhecimento da necessidade de ele ser alcançado pela salvação proporcionada por Jesus Cristo. Admitir a existência de Deus não é a mesma coisa que reconhecer a necessidade de salvação. Foi o que faltou a todos os homens que alcançaram um conhecimento natural da exis­tência do Criador, sem terem passado a caminhar, a partir de então, através da fé. É nesse aspecto que podemos constatar a grande diferença entre os filósofos pagãos e os teólogos cristãos.
Jefferson Magno Costa

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

AS MULHERES TERIAM ERRADO O LOCAL ONDE ESTAVA O VERDADEIRO TÚMULO DE JESUS, E VISITADO UM TÚMULO VAZIO, E ESPALHADO ENGANADAMENTE A NOTÍCIA DE QUE ELE RESSUSCITARA?

Jefferson Magno Costa
     Foi o historiador alemão Kirsopp Lake quem criou, no início do século 20 (em 1907), a teoria de que as mulheres que se dirigiram ao túmulo de Jesus na madrugada do domingo da Ressurreição, por estarem profundamente tristes, erraram o caminho e se dirigiram a um outro túmulo, que já estava vazio, mas não era o que pertencia a José de Arimatéia, dentro do qual o corpo de Jesus havia sido colocado.
     Daí a razão de terem imaginado que Cristo havia ressuscitado, e saírem divulgando equivocadamente a notícia de que Jesus ressuscitara. Porém, é impossível que esse engano tenha acontecido.
      Eis 6 razões que cromprovam isto:
     1) Inicialmente, devemos levar em conta que o corpo de Jesus Cristo não havia sido sepultado em um cemitério público, e sim em um sepulcro particular. Não havia, portanto, outros sepulcros para estabelecer a confusão;
     2) Por mais tristes que as mulheres pudessem estar, era impossível elas terem-se esquecido, após o curto período de menos de 72 horas (três dias), do lugar exato onde o corpo de Cristo havia sido sepultado, pois elas mesmas tinham estado presentes ao sepultamento (Mt 27.57-61; Mc 15.47; Lc 23.55). Portanto, elas jamais poderiam errar o túmulo.
     3) Mas caso as mulheres tivessem se enganado e se dirigido a um túmulo errado, os príncipes dos sacerdotes e dos fariseus teriam ido ao túmulo certo para de lá retirarem o corpo de Jesus e o apresentarem ao povo como prova de que Ele não ressuscitara. Teriam calado a boca dos discípulos para sempre. Mas eles não puderam fazer isso, porque Jesus já ressuscitara!
     4) Se as mulheres tivessem se enganado, Pedro e João, quando correram para comprovar se realmente Cristo ressuscitara, não teriam errado o túmulo (Jo 20.2-10).
     5) E havia uma pessoa que jamais se enganaria acerca do lugar onde o corpo de Cristo fora sepultado: José de Arimateia, dono do sepulcro.
     6) Mas se todos os seres humanos tivessem errado, o ser celestial que moveu a pedra jamais teria se enganado, quando disse às mulheres: “Ele não está aqui: ressuscitou como havia dito. Vinde ver onde ele jazia” (Mt 28.6).
     Portanto, é impossível negar a Ressurreição de Cristo! Tudo confirma que Ele ressuscitou. Não há, em toda a história da humanidade um acontecimento tão extraordinário e possuidor de tantos argumentos que comprovam sua realidade e autenticidade.
     Conta-se que um certo pastor, conversando com o fundador de uma seita que perguntava ao pastor se existia alguma fórmula de fazer sua seita prosperar e crescer, ouviu do pastor a seguinte resposta:
     “Ah, sua seita não está prosperando? Pois eu conheço uma fómula infalível de torná-la um sucesso e conhecida no mundo inteiro: Faça-se crucificar numa sexta-feira... e procure ressuscitar no domingo!” O fundador da seita olhou espantado para o pastor, deu meio-volta e afastou-se rapidamente. Ou seja: a Ressurreição de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é um acontecimento único na História. Ninguém conseguirá repeti-lo!
Jefferson Magno Costa

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

LUAR DE SANGUE NO CÉU DE FRANKFURT

Jefferson Magno Costa
          Durante os dias 12 a 16 de outubro (2011) estive em Frankfurt, a belíssima e supercultural cidade alemã, participando, com a diretora executiva e a gerente de relações internacionais da Central Gospel, Elba Alencar e Rachel Malafaia, respectivamente, da maior feira de livros do mundo. 
     Além das dezenas de contratos de grandes obras que fechamos com as editoras internacionais, livros evangélicos que serão traduzidos e lançados pela Central Gospel, e que enriquecerão o povo evangélico brasileiro, eu trouxe em minha bagagem um pequeno poema em homenagem aos seis milhões de "bichinhos de Jacó" (Isaías 41.14, ARA), que de 1940 a 1945 foram deportados da Alemanha e dos outros países ocupados pelas tropas nazistas sob o comando de Adolf Hitler, para os campos de extermínio de Auschwitz-Birkenau, um grupo de campos de concentração localizados no sul da Polônia, símbolos do Holocausto executado pelo nazismo. 
     Houve três campos principais e trinta e nove campos auxiliares.
LUAR DE SANGUE NO CÉU DE FRANKFURT
    
Ó lua indiferente e solitária
no céu de Frankfurt!

No silêncio desta noite gelada
posso ver em teu rosto pálido
o pálido brilho dos rostos
que te contemplaram pela última vez
em uma noite como esta.
Posso ouvir o silvo dos trens
sobre os trilhos rasgando a noite
com sua carga de corações rasgados.
Posso ouvir o choro da criança pedindo
a água que sua mãe não tem,
e ver os olhares de desespero
cujo brilho será apagado
nos campos de extermínio.
Meu olhar sereno sabe
que tu és a mesma serena lua
que foi contemplada pelos olhares
de pranto e adeus daqueles que,
através das frestas dos
vagões dos trens,
viram pela última vez
tua imagem que as lágrimas distorciam.
Em uma noite perdida
no tempo imemorial da Palestina
tu também estiveste no 
sonho do menino José,
e em uma noite como esta
testemunhaste a última noite de agonia
dos outros filhos de Jacó,
quando eles, incinerados,
dispersaram-se como fumaça
na vastidão do céu onde reinavas,
ó lua que brilhas agora
indiferente e solitária 
diante dos meus olhos
no céu ensanguentado de Frankfurt!

Jefferson Magno Costa
(Frankfurt am Main, 
madrugada de 17.10.2011)

domingo, 2 de outubro de 2011

VOCÊ TEM TOTAL LIBERDADE PARA DESAFIAR DEUS... MAS TAMBÉM TEM TODO O DIREITO DE SABER QUAIS SERÃO AS CONSEQUÊNCIAS


Jefferson Magno Costa    

     Domingo, 14 de abril de 1912. Deslizando suavemente sobre as ondas do Oceano Atlântico, o Titanic – “o maior, mais luxuoso e seguro navio do mundo”, segundo a frase de um jornalista da época – navega rumo à cidade de Nova Iorque, Estados Unidos. O sol ainda não surgiu para tingir de tonalidades alaranjadas as serenas águas azuis do oceano.
    Na opinião da imprensa, engenheiros, companhias de seguro e de todas as pessoas que, quatro dias antes, foram ao porto de Southampton, Inglaterra, para vê-lo partir em sua viagem inaugural, o Titanic é insubmergível. Nada conseguirá afundá-lo. E é essa certeza que faz com que a confiança e a tranquilidade reinem nos corações das 2.206 pessoas que viajam no imenso transatlântico. Porém, no longo rastro de espuma branca que seu belo casco duplo de aço vai deixando para trás, há um desafio. Uma afronta a Deus.
    A soberba daqueles que o construíram e o orgulho dos muitos milionários que dormem agora em seus luxuosos camarotes sob a brisa suave da manhã, poderão ser resumidos neste título de reportagem, também de autoria de um jornalista da época:
     “Titanic, o navio que nem mesmo Deus poderia afundar”. Porém, quando a escuridão da noite tornar a envolver o gigantesco navio de 250 metros de comprimento, as palavras escritas em Provérbios 16.8 e em Gálatas 6.7 cumprir-se-ão com todo o peso de sua verdade, marcando para sempre a história desse navio que desliza serenamente sobre as profundas águas do Oceano Atlântico: 
     “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda”; “Não erreis; Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.”
       Às 23.40, uma gigantesca montanha de gelo surge de dentro das trevas, bem no caminho do Titanic. O vigia Fleet a vê e grita, horrorizado, para a cabine de comando: “Iceberg à proa!” Imediatamente, ouvem-se várias ordens: “Parar! Parar! Recuar a todo vapor!” Porém, é tarde demais. 
     O transatlântico bate lateralmente na montanha de gelo, estremece e desvia-se para o lado. O iceberg abre um buraco de quase 90 metros no costado do navio. O Titanic está mortalmente ferido.
    Após três horas de desespero e agonia, só 703 pessoas conseguem embarcar nos botes salva-vidas e se afastar do navio, que agoniza. Às 2.20 da madrugada, “o navio que nem o próprio Deus conseguiria afundar” mergulha e desaparece nas profundas e frias águas do Oceano Atlântico, produzindo um imenso barulho de ondas e espumas, e arrastando consigo, num longo gemido, 1503 pessoas para um túmulo de 4000 metros de profundidade.
    A história do Titanic, que ilustra o que acontece quando o ser humano resolve desafiar ou afrontar a Deus, não é única. Vejamos outros exemplos que se encontram disponíveis a todos. Eu os citarei a seguir como um espécie de “avisos aos navegantes” deste perigoso mar da vida.
     Consideremos o que disse o Beatle John Lenon em 1966:
    “O cristianismo vai se acabar, vai se encolher, desaparecer. Eu não preciso discutir sobre isto. Eu estou certo. Jesus era legal, mas suas disciplinas são muito simples. Hoje, nós somos mais populares que Jesus Cristo”. 
     Dois anos depois, os Beatles se desentenderam e a banda se acabou. Ela não existe mais, e o cristianismo está a cada dia mais vivo no mundo. E Jesus é universalmente muito mais famoso do que os Beatles. Alguns anos depois John Lenon foi assassinado com cinco tiros por um de seus fãs.
      Algo muito parecido (em irreverência e trágicas consequências) disse também o político mineiro Tancredo Neves. Ao ouvir do deputado Thales Ramalho que 70 dissidentes do PDS votariam nele, Tancredo, candidato à presidência da República, respondeu: “Se eu tivesse 70 votos do PDS, não precisava da ajuda nem de Deus para ser Presidente.” (Revista Veja, 16 de janeiro de 1985, p. 35). 
     Precisava sim, senhor Tancredo Neves. Precisava sim, pois o Brasil sabe que o senhor obteve os votos, foi eleito Presidente, porém, para a frustração de milhões de brasileiros, o senhor morreu antes de assumir a presidência.
       Outro fato digno de ser citado nessa série de “avisos aos navegantes” do mar da vida aconteceu com o político Leonel Brizola. Em 1990, durante a disputadíssima campanha para a presidência da República, Brizola disse esta frase infeliz: “Para me tornar Presidente, aceito até o apoio do demônio.” Resultado: o demônio não teve poder de colocar Brizola nem em segundo lugar (posição que coube a Lula), na campanha em que Collor foi eleito Presidente.
      Outro que também tentou fazer gracinha e ridicularizar Deus diante dos seus fãs, que riam de suas piadas e aplaudiam os seus exemplos de "superioridade, inteligência e estilo de vida totalmente independente dos valores caretas da sociedade”, foi o cantor Cazuza. 
     Durante um show no Canecão, Rio de Janeiro, Cazuza deu um longo trago em um cigarro de maconha, jogou a fumaça para cima e disse: “Deus, essa é para você”. A multidão assoviou e aplaudiu sua irreverência. Mas ninguém aplaudiu quando ele morreu, de maneira deplorável e digna de compaixão e lágrimas, vítima de Aids. Ninguém aplaudiu. Muito menos Deus.
      A bela e famosíssima atriz norte-americana Marilyn Monroe, durante o intervalo de um show, recebeu a visita do pregador do Evangelho Billy Graham. Após ouvir impacientemente a pregação do homem de Deus, a atriz respondeu arrogantemente: “Pastor, não preciso do seu Jesus”. 
     Esta frase foi publicada como manchete em jornais e revistas do mundo inteiro. Uma semana depois, Marilyn Monroe foi encontrada morta ao lado de frascos de tranquilizantes. Isto mostra o quanto a menina orgulhosa e bonita precisava do Jesus belo, humilde e poderoso do Billy Graham, o nosso Jesus.
      Em 2005, em Campinas, SP, vários jovens embriagados, dirigindo perigosamente um carro, pararam diante da casa de uma jovem e a convidaram para ir com eles a um baile. A moça veio até os rapazes acompanhada da mãe. Quando a senhora viu aquele carro cheio de jovens visivelmente bêbados, segurou a mão da filha, que já estava dentro do carro, e disse-lhe: “Filha, vai com Deus, e que ele lhe proteja.” A filha, para dar uma de “inteligente e liberada” diante dos amigos, disse: “Só se ele for no porta-malas, por que aqui dentro já está lotado.” Os jovens gargalharam e saíram velosmente, com o carro cantando pneus. Algumas horas depois os familiares dos jovens foram informados de que todos haviam morrido em um acidente. O carro ficou irreconhecível.
    A polícia técnica que fez a perícia no local do acidente ficou estarrecida diante de dois fatos: o porta-malas, apesar do tremendo impacto que destruiu todo o restante do carro, não sofrera sequer um arranhão, quando era para também estar totalmente destruído! E para aumentar o assombro dos peritos que examinaram o que restou do veículo, foi encontrada dentro do porta-malas uma bandeja com 18 ovos. Todos intactos.  
    Aviso aos navegantes: Com Deus não se brinca. Não tente fazer gracinhas com o nome dele. Não tente dar uma de inteligente, ridicularizando-o diante de seus fãs ou amigos. Você pode se dar muito mal. Em Salmos 59.12 está escrito: “Pelo pecado da sua boca e pelas palavras dos seus lábios fiquem presos na sua soberba; e pelas maldições e pelas mentiras que proferem.” Não queira aumentar o número dos exemplos que acabei de citar aqui.

JEFFERSON MAGNO COSTA

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