quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O QUE ESTÁ POR TRÁS DO ROCK... IN RIO OU EM QUALQUER OUTRO LUGAR

Jefferson Magno Costa
       Uma das mais poderosas armas espirituais que o demônio tem utilizado contra a humanidade é conhecida em todo o mundo pelo nome de backward masking (máscara ao contrário, ou retrocesso oculto). Mas o que é isto? perguntará o leitor.
     A técnica da “máscara ao contrário” consiste em se colocar mensagens satânicas invertidas dentro de músicas. Como? Mensagens invertidas dentro das músicas? Sim, mensagens subliminares. Mas em forma de que, por que são invertidas e com que objetivo estão sendo usadas? Responderei estas perguntas na mesma ordem em que elas foram feitas.
     Em primeiro lugar, essas mensagens são constituídas de frases faladas ou cantadas de forma contrária. Para entendermos melhor como funciona esse mecanismo, basta saber que quando um desses “garotões” põe para tocar em seu aparelho de som um cd de rock, ou liga seu mp3 ou I-pod, ele pode estar recebendo, ao mesmo tempo em que está ouvindo a música sendo tocada em sentido normal, uma mensagem satânica que foi gravada em sentido inverso.

MENSAGENS INVERTIDAS DENTRO DE MÚSICAS
     Por que alguém gravaria uma mensagem de forma inversa dentro de uma música, se o mais prático e eficaz seria gravá-la normalmente, de forma direta? Para responder esta pergunta, farei uso de uma informação do pastor norte-americano Gary Greenwald, que há vários anos vem alertando a todos acerca da música invertida e do perigo que ela representa para a humanidade.
     Disse o pastor Greenwald que após vários estudos empreendidos pela Universidade de Los Angeles, no EUA, chegou-se à conclusão de que a nossa mente rejeita tudo aquilo que é contrário à nossa fé, tudo aquilo em que nós não queremos acreditar.
     Porém, se essas coisas maléficas forem enviadas à mente de forma contrária (invertida), elas poderão penetrar e se alojar no inconsciente, passando a exercer terríveis influências na vida espiritual, e no comportamento em geral dos indivíduos atingidos por elas. (Não é à toa que desde a década de 60, as imprensas europeia e americana vêm divulgando o aumento do uso de drogas no mundo, e a difusão das ideias materialistas em todas as camadas sociais, e o alto índice de suicídio entre os jovens. Isto está ocorrendo em grande parte como resultado da influência dessas mensagens invertidas).
     Mas o pior é que, antes de os cientistas ficarem sabendo da existência desse mecanismo de defesa de nossa mente, o Diabo já sabia disso. Ele sabe muito bem que nenhuma pessoa em perfeito uso de suas faculdades mentais permitiria que alguém colocasse em sua mente mensagens negativas e convidativas à autodestruição. Ele sabe também que jamais a mente de um crente armazenaria algo que insultasse o nome de Deus, ou exaltasse o príncipe das trevas.
     Porém, o Diabo também sabe que existe um meio de se burlar (enganar) esse mecanismo de defesa: basta inverter a mensagem.
     E é isso que todos os grandes grupos de rock e cantores (inclusive brasileiros) que rendem culto aberto (ou não publicamente declarado) a Satanás, têm feito em muitas de suas músicas. Transformam-nas em veículos de backward masking para mensagens satânicas.
     A resposta à última das três perguntas feitas (“com que objetivo as mensagens invertidas estão sendo usadas?”) é esta: Satanás está utilizando a música – essa sublime arte criada no Céu– para fins de aprisionamento e destruição espiritual de todos os que não estão ainda conscientizados de que ela pode ser usada para fins satânicos, assim como muitos a utilizam com o propósito de louvar o nome do único que é digno de toda honra e toda glória: Jesus Cristo. Mas nossa obrigação diante do nosso Deus é desmascarar o Demônio.

A ESCRAVIZAÇÃO QUE VEIO DA ÍNDIA
     O backward masking não se originou na Inglaterra ou nos Estados Unidos, como a maioria dos leitores poderia pensar, e sim na Índia, esse país milenarmente envolvido com o satanismo, que vive até hoje mergulhado em uma profunda confusão espiritual.
     Mas de que modo um país asiático tão distante como a Índia poderia influenciar religiosamente o Ocidente, sobretudo quando essa influência envolve países tradicionalmente protestantes, como a Inglaterra e os Estados Unidos? Esta seria uma excelente pergunta que qualquer leitor inteligente faria.
     E é fácil respondê-la. Basta sabermos que o inglês é uma das línguas oficiais da Índia, a segunda mais falada após o híndi. E o idioma é o maior veículo de influência cultural.
     Porém, quanto ao meio de propagação dessa praga que está tomando conta não só dos países ocidentais, mas de todo o Mundo, resta-me esclarecer que tudo começou (para nós, os ocidentais) após o ex-Beatle George Harrison visitar a Índia em 1967.
     Contudo, para ser mais preciso, vale salientar que dois anos antes, um homem – um monge de uma até então desconhecida seita hindu – chamado Bhaktivedanta Swami Prabhupada, mudara-se para o Ocidente com o propósito de difundir entre os ocidentais a seita conhecida como Hare- Krishna.
     Em uma entrevista concedida a um guru dessa seita (traduzida em 1983 para o nosso idioma), George Harrison – que se tornou um de seus adeptos – diz: “Lá pela época em que o movimento Hare-Krishna veio pela primeira vez á Inglaterra, em 1969, John Lennon e eu já tínhamos conseguido o primeiro disco de Prabhupada, Consciência de Krishna. Nós o tocamos bastante e gostamos muito. Esta foi a primeira vez que ouvi o canto do mahã-mantra.”
     Hare-Krishna, mahã-mantra? O que significam estas palavras?
     São vocábulos escritos em sânscrito, antiga língua clássica da Índia, considerada sagrada pelos hindus. Hare é a forma imperativa de Hara, que significa “vibração”, e Krishna é o nome de um “deus” da Índia, que viveu entre os mortais (segundo afirmam os hindus) há mais de 5.000 anos.
     Mantra, conforme o consultadíssimo dicionário Aurélio define, é uma “fórmula encantatória, dotada do poder de materializar a divindade invocada”, ao que acrescento: É uma espécie de invocação demoníaca cantada, semelhante às que são usadas nos rituais de macumba e do candomblé.
     Em minhas pesquisas sobre o Yoga (que se constitui num dos mais perigosos meios de aprisionamento mental inventado por Satanás), li, curiosamente, a seguinte definição do Mantra Yoga (que não deixa de ser o mesmo processo mântrico utilizado pelos roqueiros e adeptos do Hare-Krishna em seus cânticos):
     “Consiste no emprego de sons, recitativos, músicas e mantras (palavras e sons que atuam profundamente no psiquismo), visando à obtensão de determinados estados íntimos.” (Caio Miranda, Hatha. O ABC do Yoga. Edições de Ouro, Rio de Janeiro. S/d. P.27.).
     O Mahã-mantra (o bakward masking seria uma adptação ocidental desse método) não deixa de ser uma espécie de Canto Maior, uma invocação mais eficaz do demônio, com a única diferença de estar escrito em um velho idioma hindu. Mas, na realidade, o Demônio é o mesmo.
O EX-BEATLE GEORGE HARRISON E SUAS DECLARAÇÕES IMPRESSIONANTES
      No dia quatro de setembro de 1982, em sua mansão na Inglaterra, George Harrison concedeu ao guru Mukunda Goswami – um dos mais destacados líderes do Movimento Hare-Krishna - uma entrevista cujo conteúdo se constitui hoje em uma das mais importantes comprovações da existência de um trabalho ocultista na música dos Beatles.
     Nessa entrevista George Harrison, entre outras impressionantes declarações, confessou a influência da filosofia Hare-Krishna na letra de várias músicas de seus discos. É o caso de Living in the Material World (Vivendo no Mundo Material), My Sweet Lord (meu doce Senhor) e sobretudo The Hare-Krishna Mantra (O Mantra Hare-Krishna). A consequência disto foi que milhões de pessoas passaram a cantar essas canções, e terminaram se envolvendo com o ocultismo.

AS PALAVRAS E O SEU PODER OCULTO
     Após descobrir que há um poder oculto nas palavras, que se manifesta quando elas são pronunciadas de certa maneira, sobretudo quando são cantadas, Harrison conta que procurou explorar “o poder mântrico da música”. Antes, ele já havia tido uma estranha experiência ao cantar o mantra Hare-Krishna:
     “Cantei o mantra Hare-Krishna certa vez durante todo o percurso entre França e Portugal, sem parar. Dirigi cerca de 23 horas e cantei o tempo todo. É algo que faz você se sentir um tanto invencível. O engraçado é que eu nem mesmo sabia para onde estava indo... quando você começa a cantar, as coisas passam a acontecer transcendentalmente”, declarou George Harrison durante a famosa entrevista.
     (Seu texto completo foi publicado em São Paulo, em 1983, pela Backtivedanta Book Trust, editora dos Hare Krishna, sob o título: Cante e Seja Feliz, a História do Maha Mantra Hare-Krishna.)

INCENSO E QUADROS: QUE MAL HÁ NELES?
     George Harrison confessou também a influência que o incenso e os quadros exerciam sobre ele. Mukunda perguntou-lhe o que o ajudava a fixar sua mente em Krishna. Ele respondeu: “Basta ter muitas coisas em volta de mim que me façam lembrar dele, como incenso e quadros.” (Página oito do livro mencionado).
     Mais à frente, George diz algo que comprova a existência de envolvimento satânico dos cinco sentidos nos rituais de adoração a Krishna: “Faz parte da consciência de Krishna tentar ocupar todos os sentidos de todas as pessoas" . (...)
     “Se você visita um templo (da seita), pode ver retratos do deus (Krishna), pode ver a forma de sua deidade. (...). Todos os sentidos podem ser utilizados para perceber deus (Krishna), o que torna o processo muito mais convidativo e atrativo: ver quadros, ouvir o mantra, cheirar o incenso, as flores e assim por diante. Isto é o que há de bom em seu movimento. Ele incorpora tudo – o canto, a dança, a filosofia e o prasadam (Isto é: alimentos vegetarianos, que, ao serem oferecidos a Krishna, são considerados “espiritualizados”). A música e a dança também ocupam posição importante no processo...” (Páginas 9 e 10).
     Com relação às pinturas com mensagens visuais subliminares, o guru Mukunda deu outra importante informação: “Uma das coisas que realmente tem um profundo efeito sobre as pessoas quando elas visitam os templos ou leem nossos livros são as pinturas e esculturas feitas por nossos artistas devotos. (...)
     "Certa vez Prabhupada disse que essas pinturas eram janelas para o mundo espiritual, e organizou uma academia de arte, treinando seus discípulos na técnica de criar arte transcendental. Agora, dezenas de milhares de pessoas têm essas pinturas em suas casas, sejam originais, litografias ou posters.” (Página 19).
     Mukunda lembra que Bob Dylan escreveu várias canções sobre Krishna, e George Harrison acrescenta que Steve Wonder também teve sua parcela de envolvimento com a seita através da música. Porém, os Estados Unidos e o mundo só puderam saber até aonde a música dos Beatles estava envolvida com o satanismo, e até que ponto ela poderia influenciar alguém, quando um grupo de hippies, que costumava se reunir para ouvir discos dos Beatles e realizar bacanais e rituais satânicos, cometeu um dos mais chocantes crimes em toda a história do rock.
     Esses hippies formavam a "Igreja Final", um grupo satânico chefiado por Charles Manson, que assassinou a atriz Sharon Tate e outras pessoas. A partir daí foi que a opinião do mundo acerca da influência da música dos Beatles começou a mudar. Os “garotos de Liverpool”, nascidos no país considerado um dos berços do espiritismo moderno, a Inglaterra, não eram tão inocentes como se pensava.

VOCÊ FREQUENTA RESTAURANTES VEGETARIANOS? CUIDADO!
     O guru Mukunda, na longa conversa que teve com George Harrison, informou a este que até aquela data de 1982, a seita havia distribuído, em banquetes gratuitos realizados em centenas de cidades de diversos países do mundo, cerca de 150 milhões de pratos de prasadam (comida oferecida antes aos demônios).
    E é George Harrison quem salienta o quanto isto é fundamental no processo de aliciamento mental, e na tarefa de se conseguir novos adeptos, novas vítimas: “Dizem que se conquista um homem pela boca, de modo que, se você pode chegar à alma espiritual de um homem dando-lhe de comer, por que não fazê-lo? E é algo que funciona (...)
     "A prasadam é uma boa isca nesta era de comercialismo. Quando as pessoas querem algo extra, ou precisam ter algo especial, a prasadam fisga-os nesse ponto. Sem dúvida, a prasadam tem sido um fator muito importante no processo de envolver mais pessoas na vida espiritual. Além disso, rompe preconceitos.” (Páginas 16,17).

O OCULTISMO NA MÚSICA
     A música usada pelos Hare-Krishnas tem realmente um poder sobrenatural. Eis um dos comentários de George Harrison sobre o assunto: “Quando você se abre para algo, é como se você fosse um sinal favorável que atrai aquilo. Desde a primeira vez que ouvi o canto, foi como uma porta aberta em alguma parte de meu subconsciente, talvez proveniente de alguma vida anterior.” (Página 13).
     A essas alturas da entrevista, o guru Mukunda acrescenta que “muitos grupos de rock, como o Grateful Dead, o Police e outros, tomam prasadam nos bastidores antes de seus concertos.” (Página 16).
      Backward masking, mensagem subliminar, satanismo, seitas orientais, contracultura – eis algumas das maiores bombas vindas dos arsenais do Inferno e lançadas sobre a raça humana pelo Arquiinimigo de nossas almas – Satanás.
     Ele tem levantado muitos homens para servi-lo com uma guitarra na mão, com os lábios cheios de palavras enganosas, obscenas, satanistas, destrutivas e irreverentes ao nome de Deus, convidando ao uso de drogas, à prostituição e à práticas ocultistas, falando mentirosamente de paz, cumprindo o que está escrito em Marcos13.22: “Pois surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando sinais e prodígios, para enganar, se possível, os próprios eleitos.” O Rock in Rio está mais uma vez aí. Muito cuidado com ele, e com eles.
     Jefferson Magno Costa

6 comentários:

  1. paz pastor,li o livro a mensagem oculta do rock e realmente a verdade é essa.Muitos jovens até mesmo na igreja estao se perdendo cegos presos por essas musicas envenenadas do diabo.um abraço sempre amigo.

  2. Sim, prezado irmão Anselmo Farias. E o pior é que muitas pessoas que lerão esta matéria, inclusive evangélicas, não a levarão a sério, e algumas até entortarão o nariz para mim e ironizarão, achando que como um dos autores de A Mensagem Oculta do Rock, sou um fanático. Acham que essa técnica eletroacústica que estamos denunciando aqui não existe; é uma fantasia inventada por nós. Enquanto eles pensam assim e não fazem nada para ajudar na libertação desses que vivem no mundo nebuloso e sombrio do rock, a população do inferno continua aumentando dia após dia.

  3. A paz do Senhor pastor. Como seria bom se todos entendessem esta verdade! Muitos vão se perdendo em razão de sua ignorância e como se não bastasse não procuram ver as coisas na sua realidade mais expressiva. Caro pastor é como dizem os antigos: "o pior cego é aquele que não quer ver". Eis a verdade bem exposta, bem-aventurado á aquele que atentar para ela antes que seja tarde demais. Bela postagem, fique com Deus!!!

  4. Prezado irmão Clenio Daniel, você falou muito bem em cegueira; que Deus cure a cegueira de todas as pessoas que estão de algum modo envolvidas com o rock, antes que a noite eterna se inicie para essas pessoas.

  5. A paz do Senhor pastor, eu li o livro a mensagem oculta do rock com a minha esposa faz 19 anos. Minha esposa ficou com medo à medida em que eu lia para ela. Realmente é algo que temos de levar à sério. O apóstolo Paulo disse: "Há, por exemplo, tantas espécies de vozes no mundo, e nenhuma delas sem significação." (1Co 14.10).

  6. Pastor Levi, tudo o que denunciamos no livro A Mensagem Oculta do Rock naquela época continua atual até hoje. Só houve uma mudança de lá para cá: Os estragos que a filosofia do rock têm causado no mundo são muito maiores. Os roqueiros estão cultuando Satanás de forma muito mais atrevida e declarada.


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PARTICIPANTE DO ROCK IN RIO: O MAIOR GUITARRISTA DO MUNDO DEDICOU NO CALVÁRIO SEU MELHOR SOLO DE GUITARRA A VOCÊ

Jefferson Magno Costa

     Certa vez ele tocou uma música que repercutiu como nunca no palco do mundo inteiro, e conquistou o próprio coração de Deus.
     Momentos antes ele havia conduzido, com dificuldade, sua pesada guitarra de madeira, que tinha o formato de uma cruz, até o alto de uma rocha chamada Calvário. Talvez tenha sido por isso que ele tornou-se conhecido como Cristo in Rock (Cristo na Rocha), ou Cristo do Calvário.
     Ele dominava tão bem a sua arte que era capaz de tocar sua guitarra simplesmente encostando-se nela. E foi o que ele fez. Para que o mundo inteiro pudesse vê-lo e ouvi-lo, os cenógrafos do Calvário o cravaram sobre sua guitarra e o ergueram. O mundo jamais viu ou ouviu guitarrista igual.
 Sua palheta eram pregos. A letra da música que ele cantou era composta das seguintes palavras: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16).
 Em seguida, ele contemplou a multidão e disse: “Pai, perdoa-os porque eles não sabem o que fazem" (Lucas 23.34). Após dar o melhor solo de guitarra de toda a sua vida, ele encerrou a sua carreira dizendo: “Está consumado” (João 19.30). Reclinando a cabeça para o lado, fechou os olhos e expirou.
     Extasiado com o que ouvira, e talvez querendo levar o guitarrista a tocar outra vez, um daqueles cenógrafos do Calvário aproximou-se de Cristo in Rock e golpeou o seu coração com uma lança. Um rio de sangue escorreu do Seu peito. Cristo in Rock tornara-se agora Cristo in Rock in Rio de sangue. Cristo inundando a rocha do seu e do meu coração com o rio de sangue do Seu amor.


 A música que Cristo in Rock tocou para o mundo tem um nome: Reconciliação com Deus. Ele dedicou essa música a mim e a você. Ouça-a, e tire o melhor proveito de sua letra para sua vida. (Vá a uma igreja evangélica. Cristo in Rock in Rio espera você lá).


Jefferson Magno Costa

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Mercado Editorial Gospel

Debate na Rede Boas Novas com a participação de Jefferson Magno Costa.
veja no link abaixo
Mercado Editorial Gospel

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A POETISA EVANGÉLICA PERNAMBUCANA ELIÚDE MARQUES E SUA "APOTEOSE AOS CAMPOS BRANCOS"


Jefferson Magno Costa

(Matéria escrita em 1984 para a seção Contato Poético da revista A Seara, periódico da Casa Publicadora das Assembleias de Deus)


Campos brancos...
Imensos se estendem pelo universo
E mãos hirtas de desespero
Erguem o grito da última oportunidade.


Onde estão os ceifeiros?
Onde as mãos que protegem, abençoam,
Defendem, libertam, cultivam e salvam?


Campos brancos...
Frutos maduros apodrecem:
Na orgia, no vício, na incerteza, no caos
À espera dos ceifeiros que não chegam,
Que não ouvem os seus gritos submersos
Pela guerra, pelo crime
E por toda a violência e descrença
Nas máquinas e nos operários da paz.


Onde estão os ceifeiros?
Vinde hoje, vinde todos
Os tímidos adiáveis
Os fracos e os esforçados,
Os pobres e os abastados...
Há tanto espaço vazio
E os dos celeiros se escancaram
Num convite improrrogável,
Pois as sombras da grande noite
Já se projetam no mundo.


Ceifeiros, o Senhor da Seara vos pedirá conta
E pesará vosso gesto
Se quis dar-vos a força e vós enfraquecestes;
Se vos abriu a porta e lhe negaste ajuda;
Se vos entregou talentos e não fizestes o trabalho;
Se vos traçou Seu caminho e fostes por vosso atalho.


Despertai, trabalhadores da undécima hora,
Enchei as mãos vazias e multiplicai os celeiros,
Pois o Senhor se aproxima com soberania e glória
No Tribunal da justiça em julgamento final
Para a possessão da paz,
Numa apoteose aos campos
Que não branquejarão mais.

     A geração dos novos poetas evangélicos tem muito o que aprender com aqueles que já cristalizaram seu talento no difícil oficio de lutar com as palavras para com elas produzir beleza.
     É necessário àqueles que cultivam a poesia não se fecharem em uma escola, ou elegerem um determinado autor como único ponto de referência ou modelo na criação de suas poesias. Isto só estreitaria os horizontes, só bloquearia o conhecimento de outros nomes, de outros valores pertencentes à galeria dos bons poetas das literaturas de língua portuguesa.
     Aqueles que se fecharam nos conceitos da escola da poesia atual, orgulhosa e auto-denominada de estritamente modernista, se não fosse o caráter eclético e aberto desta página (Contato Poético), não teriam a oportunidade de aprender com a experiência e o valor de conteúdo e estética dos trabalhos de uma poetisa como Eliúde Marques.
      A autora do poema Apoteose aos Campos Brancos (que é também título de seu segundo livro) esteve visitando recentemente o Rio de Janeiro, quando participou do culto de abertura dos trabalhos comemorativos do Jubileu de Diamante da Assembleia de Deus em São Cristóvão, bairro da cidade do Rio.
     Naquele momento histórico, e no histórico púlpito daquele templo, a conhecida poetisa pernambucana recitou seu poema Apoteose. Movida pelo Espírito do Senhor da Seara, a igreja recebeu, emocionada, a grandiosa mensagem poética magistralmente entregue por Eliúde Marques.
     A autora de Primícias do Meu Jardim confessa sua grande admiração pela poesia de Mário Barreto França. Sabemos da influência que a obra desse poeta tem exercido sobre os evangélicos que amam a poesia, especialmente sobre os que costumam recitar poemas nos púlpitos das igrejas.
     Aliás, a poetisa lamenta que os declamadores estejam se extinguindo entre nós: “Com muita tristeza tenho notado que até mesmo no Nordeste as moças e rapazes que declamavam se extinguiram. E com isso a poesia está, de um certo modo, se extinguindo. O nosso povo não a valoriza mais como a deveria valorizar. Isso não ocorria na minha época, quando eu era criança, quando eu era jovem. É com tristeza que constato que a poesia não está mais ocupando seu merecido lugar na igreja. Porém, precisamos incentivar os jovens a escrever poesias, pois só assim surgirão novos talentos...”
     Em 1972 a CPAD publicou o primeiro livro de Eliúde Marques, Primícias do Meu Jardim. A tiragem de dez mil exemplares projetou o nome de Eliúde Marques entre as igrejas evangélicas pentecostais.
     Naquela época sua poesia estava essencialmente marcada pelo estilo de Mário Barreto França: tom declamatório, vocabulário simples, versos correntios, métrica e rima regulares. São as marcas da escola condoreira (nome derivado de condor, aquele falcão solitário que constrói seu ninho nas imensas alturas dos Andes). Estas caractísticas marcaram o estilo da fase final da poesia romântica brasileira, cujo principal representante foi Castro Alves.
     Com o passar dos anos, Eliúde Marques perfeiçoou seu estro, leu novos autores, diversificou seu repertório temático, e afastou-se das antíteses e hipérboles e do tom grandiloquente, puramente discursivo da poesia condoreira. Passou a escrever poemas descompromissados com as estreitezas das escolas conservadoras, e a praticar uma poesia cujo principal objetivo sera ser lida e estendida. 
     A obra de um poeta como Gióia Junior foi cuidadosamente lida por Eliúde Marques. Essa variação de modelos poéticos resultou no enriquecimento técnico dos trabalhos da poetisa. Após muitas leituras, estudos da Bíblia e do assunto missões, Eliúde sentiu-se madura o suficiente para produzir o material que compôs o seu segundo livro: Apoteose aos Campos Brancos, publicado pela CPAD em 1982. Este livro está saindo agora em segunda edição.
     A poetisa Eliúde Marques é um dos grandes valores da poesia evangélica brasileira. Ela hoje prefere manter-se, poeticamente falando, em um território de equilíbrio diante do leitor: um tanto afastada de Mário Barreto França, e mais próxima do estilo de um Gióia Junior, mas sabendo que do outro lado está o primoroso, ultra-ténico e avançadíssimo Joanyr de Oliveira e a escola de poetas que têm afinado o seu estro pelo diapasão e os conselhos poético-doutrinários da seção de A Seara, Contato Poético, dirigida pelo Joanyr.

Jefferson Magno Costa







sexta-feira, 9 de setembro de 2011

PERDOAR PARA SER PERDOADO


Jefferson Magno Costa

     Um taxista chegou em casa e chamou sua esposa para ver o belo taxi que ele havia comprado. Custara todo o dinheiro que conseguira economizar em 10 anos trabalhando para os outros. Agora o taxista seria seu próprio patrão.
     Voltou para dentro de casa e em seguida ouviu alguém batendo com um martelo na lataria do seu carro novo.
     Correu e viu seu filhinho de 4 anos martelando o capô do taxi. Possesso pela ira, o taxista arrancou o martelo da mão do menino, estendeu a mãozinha da criança sobre o capô e deu-lhe várias marteladas. O menino desmaiou.
     A mãe socorreu a criança. O pai colocou-os dentro do taxi e os levou para o hospital. A cirurgia durou várias horas. Apesar de todos os esforços, três dedinhos da mão direita da criança tiveram de ser amputados.
     Ao acordar, e já sabendo o que acontecera com seus dedos, o menino olhou para o pai, sorriu e disse:
     — Papai, me perdoe. Eu só estava consertando o seu carro, como você me ensinou. Não fique bravo comigo!
     Sentindo o coração despedaçado, o pai abraçou o filho e disse que ele esquecesse aquilo, pois o capô do taxi seria facilmente consertado.
     — Então você não está mais bravo comigo, papai? — perguntou a menino, radiante.
     — Não, meu filho.
     — Então, papai, já que você me perdoou, quando é que meus dedinhos vão nascer de novo?
     Prezado leitor: O que fazemos ou dizemos pode ferir ou machucar profundamente as pessoas a quem amamos, ou as pessoas com quem não temos nenhum laço afetivo.
     Se você alguma vez foi profundamente ferido por alguém, perdoe a quem lhe ofendeu. Para nós alcançarmos o perdão de Deus, devemos antes perdoar. Foi Jesus quem ensinou isto:
     “Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, vosso Pai celestial vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai não vos perdoará as vossas ofensas” (Mateus 6.14,15).
      E se alguma vez você feriu alguém, arrependa-se e peça perdão à pessoa a quem você ofendeu, e a Deus. É mandamento dele: “Mas Deus, não levando em conta os tempos da ignorância, manda agora que todos os homens em todos os lugares se arrependam” (Atos 17.30). “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos de refrigério pela presença do Senhor” (Atos 3.19).
      Fale com Jesus. Peça-lhe coragem e forças para perdoar. E também peça perdão. Entregue sua vida a Ele. Para você obter ajuda na liberação do perdão, procure uma igreja evangélica.


Jefferson Magno Costa

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

NÃO TENHA MEDO DO ESCURO


Jefferson Magno Costa

     Ao completarem 10 anos, cada menino de certa tribo da Amazônia deveria passar uma noite sozinho na perigosa floresta.
    O maior atirador de flechas da tribo levou certa vez seu filho de 10 anos para ser submetido sozinho a esse teste de coragem dentro da mata. Era noite de lua cheia, mas nenhuma réstia de luz conseguia alcançar o escuro lugar onde o indiozinho sentara-se a fim de esperar o amanhecer.
     Encolhido ao pé de uma daquelas árvores imensas, o menino começou a ouvir silvos, chiados, algo andando sobre folhas secas, rugidos, uivos. Seu coração batia aceleradamente.
     Sentindo-se muito tenso e cansado, o indiozinho cochilou um pouco, mas foi acordado pelo rugido de uma onça que certamente estava bem perto dali. Passaram-se longas horas. Ele sentiu muito medo. Parecia que aquela noite jamais ia acabar.
     Cochilou outra vez e foi acordado pelo canto de um pássaro pousado em um galho a poucos metros de sua cabeça. Aquele canto significava que estava amanhecendo. O teste de coragem acabara.
     Ao levantar-se para ir embora, o menino teve a grata surpresa de ver seu pai com seu arco e suas flechas escondido atrás de uma árvore bem perto daquela junto da qual ele passara a noite!
     Pai e filho se abraçaram. Mesmo que seus olhinhos assustados não tivessem conseguido vê-lo, o forte guerreiro manteve-se pronto para defendê-lo caso ele fosse atacado por algum animal selvagem. O menino poderia até ter dormido despreocupadamente naquele perigoso lugar, pois seu pai o estava guardando.
     Prezado leitor, você também tem um Pai celestial que jamais lhe abandonará. Ele só precisa que você o reconheça e o confesse como Pai.
     Estamos falando de Jesus Cristo, o Filho de Deus. Foi ele mesmo quem disse: “Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus” (Mateus 10.32).
     E é ele mesmo quem nos garante que jamais nos abandonará: “Pode uma mulher esquecer-se tanto do filho que cria, que se não compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas, ainda que essa se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de ti” (Isaías 49.15).
     Entregue sua vida a Ele, confesse-o como seu Pai e Salvador, e você jamais terá motivos para sentir medo dos escuros da vida. Vá a uma igreja evangélica.


Jefferson Magno Costa

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

PENDURADO SOBRE O ABISMO

Jefferson Magno Costa
     Um homem estava atravessando a pé uma região montanhosa. Quando começou a escurecer, descobriu que estava perdido. Em todas as direções para onde olhasse, havia abismos profundos.
     De repente sentiu que tinha pisado no vazio. Antes de cair tentou desesperadamente agarrar-se a algumas raízes penduradas à beira do precipício. Conseguiu. Segurou-se com muita firmeza para não despencar dali. Suas mãos começaram a arder terrivelmente. Seus pés não encontravam nada em que se apoiar.
     Se quisesse permanecer vivo teria de arranjar forças para esperar o novo dia surgir e torcer para que alguém o visse. Naquele momento tentou falar com Deus, pedindo-lhe que o socorresse. Ouviu nitidamente: “Largue as raízes e deixe-se cair”. Não teve fé suficiente para obedecer, e permaneceu pendurado.
     Quando o dia amanheceu o homem descobriu que não estava sobre um abismo e sim sobre uma grande rampa, uma espécie de ruga natural da montanha.
     A menos de meio metro abaixo dos seus pés havia terra firme. O abismo ficava ainda a alguns metros depois da rampa. O homem podia soltar as raízes e deixar-se cair tranquilamente. Foi o que ele fez.
     Amigo leitor, a vida de muitas pessoas é semelhante a uma caminhada às escuras. Muitas não sabem onde estão pisando, e outras estão penduradas sobre um abismo. O abismo das drogas, da mentira, da traição, da desonestidade, da decepção, da violência, do medo, da infelicidade, do pecado em geral. E para muitas delas não haverá uma rampa.
     Mas Deus não quer que nos percamos ou caiamos no abismo. Para nos segurar e nos guiar através da estrada da vida Ele enviou seu Filho, Jesus Cristo. Você pode entregar-se tranquilamente aos cuidados dele e descansar. Para tê-lo como guia fiel em sua jornada você só tem que aceitá-lo como Salvador. Faça isto agora.
     Os que confiam nele jamais cairão no abismo, mas poderão dizer: “Estou continuamente contigo. Tu me seguraste pela mão direita. Guiar-me-ás com o teu conselho, e, depois, me receberás em glória. A quem eu tenho no céu senão a ti? E na terra não há quem eu deseje além de ti” (Salmos 73.23-25).
     Visite uma igreja evangélica e lá você encontrará outras pessoas resgatadas do abismo que poderão lhe fazer companhia nessa caminhada.


Jefferson Magno Costa

terça-feira, 6 de setembro de 2011

NA CELA COM UM TERRÍVEL ASSASSINO

Jefferson Magno Costa   
     Ela era famosa por evangelizar os prisioneiros mais perigosos do presídio da Sibéria, na Rússia. Certa vez o carcereiro lhe disse:
     — Matilda, acho melhor você não entrar nesta cela. Aí está o terrível Vasilev. Ele já estrangulou muitas pessoas.
     — Jesus está comigo, e Vasilev precisa conhecer Jesus.
Entrou na cela. Diante dela estava um homem enorme e fortíssimo. Ele a olhou friamente e gritou:
     — O que você quer aqui? Vocês sempre leem para mim os mesmos trechos da Bíblia. Dê-me sua Bíblia. Vou escolher os trechos que você deve ler, e quero ver se você consegue mostrar que eles têm alguma coisa a ver com a minha vida.
     Abriu no primeiro versículo do primeiro capítulo de Gênesis, e ordenou que Matilda lesse. Ela leu: “No princípio criou Deus os céus e a terra”.
     — Deus criou tudo belo e perfeito, Vasilev. Criou o mundo, a natureza, criou sua mãe e deu você a ela, como uma criança forte e sadia, e traçou um plano maravilhoso para sua vida.
     — Agora leia aqui! — ordenou Vasilev. Matilda leu:
“E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo...”
     — Vasilev, essas trevas surgiram como resultado do pecado de Lúcifer. E foi esse pecado, essas trevas que tornaram feio o coração tão puro e belo que você tinha quando criança. Seus pecados, seus crimes o afastaram de sua família e do plano de Deus, e o trouxeram para esta cadeia. Você se tornou frio e vazio do amor recebido na infância.
     Vasilev ficou por algum tempo mergulhado em suas recordações. Era visível o efeito que a Palavra de Deus produzia naquele coração.
De repente, como que acordando, ele ordenou outra vez:
     — Leia aqui! — Matilda leu: “E disse Deus: Haja luz. E houve luz”.
     — Deus não abandonou nem o mundo nem você na escuridão do pecado, Vasilev. Ele enviou seu Filho, Jesus Cristo, para trazer a todos a luz da salvação. Não existem trevas, não existe pecado que essa luz não possa iluminar e destruir. Jesus pode retirar você dessa profunda escuridão, Vasilev. Quer aceitá-lo como seu Salvador?
     As lágrimas escorreram pelo rosto marcado de cicatrizes. A resposta foi:
     — Quero!
     Prezado leitor: Faça como Vasilev, troque a escuridão e as correntes de pecado que aprisionam sua vida pela luz e a liberdade que Jesus oferece. “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8.36).
     Visite uma igreja evangélica e comemore sua liberdade na luz de Jesus Cristo.
Jefferson Magno Costa

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

DIVIDINDO A VIDA PARA RECEBÊ-LA COMPLETA


Jefferson Magno Costa

     O grande missionário Sadu Sundar Singh estava atravessando as geladas montanhas do Tibete, quando uma tempestade de neve surpreendeu a ele e ao seu guia. O vilarejo mais próximo ficava a dezenas de quilômetros dali.
     Enquanto desciam a montanha viram alguém estendido no chão. O guia passou sem nem olhar para o homem caído. Porém o missionário parou e percebeu que, apesar de estar quase congelado, o homem ainda respirava.
     — Vamos ajudá-lo — propôs o missionário.
     — Não! — respondeu o guia —. Devemos pensar na nossa vida e não na desse homem. Ele não resistirá a esta tempestade.
     — Mas nós também podemos morrer. E se eu vou morrer, é melhor que morra ajudando ao meu próximo. Aprendi isto com Jesus.
     O guia fez um gesto de indiferença e prosseguiu a viagem, deixando o missionário e o moribundo para trás. Com muito esforço, Sundar Singh colocou o homem sobre os seus ombros e continuou a descer a montanha.
     À medida que caminhava, o missionário percebeu que o esforço de carregar o homem esquentara o seu corpo, e o calor do seu corpo estava esquentando o corpo do homem. Após três horas de caminhada e algumas paradas rápidas, Sadu Sundar Singh viu outra pessoa caída no chão. Era o guia. Estava morto. Parara para descansar e morrera congelado.
     Em menos de uma hora o missionário chegou ao vilarejo ainda carregando sobre os ombros o homem que o salvara e a quem ele salvara. O homem sobreviveu, e Sadu Sundar Singh pôde prosseguir sua viagem. Ele socorrera aquele desconhecido pelo amor que sentia por Cristo.
     Prezado leitor: Jesus ensinou certa vez: “Porque aquele que quiser salvar a sua vida perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim achá-la-á” (Mateus 16.25).
     Jesus ensinou também quais são os dois maiores mandamentos de Deus: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento; e amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Lucas 10.27).
     Portanto, não seja egoísta. Jamais fique indiferente diante da dor alheia. Estenda a mão a quem lhe pedir ajuda. Talvez esta seja a sua única chance de cumprir o segundo grande mandamento de Jesus.
     E quanto a cumprir o primeiro grande mandamento, tudo começa quando você aceita Jesus Cristo como Salvador e o declara o Senhor de sua vida. Marque um encontro com Ele. Vá a uma igreja evangélica.


Jefferson Magno Costa

sábado, 3 de setembro de 2011

NA MÃO DO MESTRE


Jefferson Magno Costa

     Um velho músico faleceu e deixou alguns objetos para serem leiloados e o dinheiro dado aos pobres. O último objeto a ser leiloado foi um violino.
     Estava mofado, empoeirado e sem lustro. O leiloeiro resolveu oferecê-lo por um preço inicial muito baixo.
     — Dez dólares por este violino. Quem dá mais?
     — Vinte dólares — ofereceu alguém.
     — Trinta dólares — ofereceu outra pessoa.
     — Cem dólares — ofereceu um senhor de cabelos brancos.
     — Quem dá mais? Quem dá mais? Vendido por cem dólares.
     Quando as pessoas começaram a se levantar para ir embora, o homem que havia adquirido o violino disse:
     — Esperem. Deixem-me tocar uma música neste violino.
     O que se ouviu naquela sala foi algo sublime. Ninguém imaginava que em um instrumento aparentemente imprestável alguém fosse capaz de produzir sons maravilhosos, quase divinos. O violinista esclareceu:
     — Esse violino está em condições precárias, mas é um raríssimo e valiosíssimo Stradivarius. Proponho que seja novamente colocado em leilão, e o dinheiro dado aos pobres. Sugiro que a oferta inicial seja de dez mil dólares.
     — Vinte mil — alguém ofereceu.
     — Trinta mil — propôs outra pessoa.
     O violino foi vendido por cem mil dólares.
     Por que o preço daquele instrumento havia subido tanto? Por que tinha ido parar nas mãos de um mestre.
     Prezado leitor: Muitas pessoas se encontram em uma situação semelhante a desse velho violino. Satanás, o inimigo de nossas almas, as fez perder o brilho. Essas pessoas vivem hoje esquecidas e humilhadas. Talvez muitas delas sejam culpadas por essa situação.
     Porém, se você é uma dessas pessoas, saiba que Jesus, o Mestre que conhece todos os instrumentos, pois afinal de contas foi ele quem criou a todos, está pronto para reafinar suas cordas e tocar em você a melodia divina do perdão e da restauração.
     Ele quer lhe devolver tudo o que o diabo levou ou destruiu. Basta aceitá-lo com Salvador. “Porque bom é o Senhor, porque a sua benignidade é para sempre... porque farei que torne do cativeiro da terra como no princípio, diz o Senhor” (Jeremias 33.11).
     Vá a uma igreja evangélica, aceite a Jesus como Salvador e experimente a melodia da salvação.
Jefferson Magno Costa

LOBOS A SERVIÇO DE DEUS

Jefferson Magno Costa


     — Vamos de trenó visitar meus pais? — propôs um fazendeiro russo à sua esposa. Ambos pertenciam à Igreja Ortodoxa Russa. — Nossos filhos estão brincando, e quando cansarem a empregada lhes dará janta e os levará para o quarto de dormir, que já está bem aquecido pela lareira.
     Era Natal e caía muita neve. Seria necessário levarem muitos cobertores. Viajaram durante duas horas em um trenó puxado por cavalos e guiado por um cocheiro. Chegaram à casa dos pais do fazendeiro na hora do jantar.
     Porém, enquanto a família conversava durante a refeição, o fazendeiro notou que sua esposa estava inquieta.
     — O que está acontecendo com você, querida? — perguntou o fazendeiro.
     — Estou com um pressentimento de que nossos filhos correm perigo.
     — Não há motivo para preocupação.
     Continuaram a jantar, mas a inquietação da esposa do fazendeiro aumentou. Ele imediatamente chamou o cocheiro e partiram velozmente. No caminho o fazendeiro orientou o cocheiro a ir por um atalho. A neve parara de cair e o luar iluminava a paisagem.
     — Esse cachorro grande que está nos acompanhando é de algum vizinho? — perguntou a mulher. O homem olhou e viu que não era um cachorro e sim um lobo, e não era um só, eram quase cinquenta lobos famintos!
     Os cavalos já os haviam farejado e o cocheiro disparara os animais na velocidade máxima. Quando os lobos chegavam mais perto o fazendeiro jogava um cobertor. A alcatéia parava achando que era comida, estraçalhava o cobertor e reiniciava a perseguição. Fizeram isso quatro vezes. Entraram velozmente na fazenda. O cocheiro pegou a espingarda que guardava carregada no estábulo, deu vários tiros e afugentou os lobos.
     O fazendeiro correu para o quarto das crianças e encontrou-as quase sufocadas pela fumaça. A neve havia entupido a chaminé, e a empregada dormia tranquilamente sem perceber o perigo. O médico que atendeu as crianças disse que se os pais demorassem mais dez minutos elas teriam morrido.
     Prezado leitor: Deus pode usar lobos ou outros meios para nos livrar da morte física. Ms já usou o seu Filho Jesus Cristo para ser crucificado em nosso lugar e nos livrar da morte eterna. Para usufruir desse livramento, basta você aceitá-Lo como seu Salvador. Seja sensível à voz de Deus. Pode ser que a mensagem que você está lendo agora seja o último aviso dele para salvar sua vida.
     A Bíblia aconselha: “Se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais o vosso coração...” (Hebreus 3.7,8). Escape dos lobos infernais e do fogo que arde eternamente aceitando a Cristo como Salvador. Busque o refúgio de Deus em uma igreja evangélica.

Jefferson Magno Costa

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

DEUS NÃO DEIXOU VOCÊ IR

Jefferson Magno Costa
     Um menino estava nadando em um lago próximo a sua casa quando um jacaré começou a nadar em sua direção. A mãe do menino viu a cena e correu para a beira do lago, gritando. Ouvindo os gritos, o menino percebeu o jacaré e começou a nadar desesperadamente na direção contrária.
     O jacaré abocanhou os pés do menino no momento em que a mãe o agarrava pelos braços. Travou-se uma luta de vida ou morte. O jacaré tinha muita força, mas o amor daquela mãe era muito mais forte. Enquanto puxava a criança, a mulher gritava por socorro.
     Um fazendeiro viu a cena, aproximou-se e atirou no jacaré, matando-o. O menino foi levado muito ferido para o hospital.
     Algum tempo depois, um jornalista o entrevistou e pediu para ver as cicatrizes. O menino mostrou com tristeza as profundas marcas que o jacaré deixara em seus pés. Porém, em seguida ergueu a cabeça, e com o rosto iluminado pelo orgulho e a alegria, disse:
     — Mas eu também tenho outras marcas! Olhe aqui estas grandes cicatrizes nos meus braços. Elas estão aqui porque minha mãe não me deixou ir!
     Prezado leitor: Talvez você também tenha muitas marcas. E certamente não foram causadas pela mordida de um jacaré. São cicatrizes dolorosas de situações que lhe ocorreram ao longo da vida. Porém, algumas delas podem ter-se originado simplesmente pelo fato de Deus não ter deixado você ir.
     Não deixou você caminhar displicentemente para a morte, para dentro de uma situação que representava o seu fim. De repente você sentiu que alguma coisa o impediu de prosseguir. Foi Deus que segurou você pelos braços. Foi Ele quem freou você de alguma maneira.
     Lembre-se: A dor ou a frustração que você está sentindo pode ser fruto da interferência de Deus que  não deixou você prosseguir para o desastre certo. O amor que Ele sente por você revelou-se maior do que qualquer força ou situação preparada para lhe devorar, para destruir a sua vida.
     A Bíblia diz que “há caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte” (Provérbios 16.25).
     Busque a Jesus Cristo. É ele quem tem lutado por você, mesmo que isto tenha produzido algumas cicatrizes. É ele quem garante a sua segurança, a sua paz, a sua salvação: “Mas o que me der ouvidos habitará seguramente, e estará descansado do temor do mal” (Provérbios 1.33)
Faça uma rápida oração entregando sua vida a Jesus. Caso necessite de ajuda, de orientação, de socorro, procure uma igreja evangélica.
Jefferson Magno Costa

1 DÓLAR E 11 CENTAVOS POR UM MILAGRE


Jefferson Magno Costa


     Uma garotinha de 6 anos ouviu os pais dizerem que não tinham dinheiro para pagar a cirurgia que seria necessário fazer na cabeça do irmãozinho mais novo. Só um milagre poderia salvá-lo.
     Imediatamente a garotinha foi para o seu quarto, esvaziou o cofrinho, contou as moedas, fechou-as na mão e saiu para a farmácia.
     O farmacêutico estava conversando distraidamente com um homem. Ela esperou. Quando percebeu que não seria notada, pigarreou, tossiu, esfregou os pés no chão, levantou o bracinho, e finalmente bateu com uma moeda no vidro.
     — O que você quer, menina? Não vê que estou ocupado conversando com meu irmão que não vejo há muitos anos? — disse-lhe o farmacêutico.
     — Eu também quero lhe falar sobre o meu irmão. Ele está muito doente. Quero comprar um milagre para ele — respondeu a menininha erguendo-se na ponta dos pés para ver melhor o rosto do homem do outro lado do balcão.
     — Um milagre?
     — Sim. Quanto custa? É para o Andrew. Ele está com uma coisa muito ruim crescendo dentro da cabeça, e papai disse que só um milagre pode curá-lo. Se o dinheiro que eu tenho aqui não der para pagar, posso vender minhas bonecas e conseguir o restante. Quanto custa um milagre, moço?
     — Aqui nós não vendemos milagres, menina.
     Neste momento o irmão do farmecêutico entrou na conversa e perguntou:
     — Quanto você tem para comprar o milagre?
     — Um dólar e 11 centavos.
     Aquele homem era um famoso neurocirurgião que chefiava um grande hospital em Nova Iorque. Comovido e admiradíssimo, o cirurgião disse à menininha:
     — Puxa, que coincidência! Um dólar e 11 centavos é exatamente o preço que os médicos costumam cobrar por milagres para irmãozinhos.
     Fechou as moedas na mão esquerda e deu a mão direita à menina, pedindo-lhe que o levasse à sua casa.
     Andrew foi examinado, transferido para Nova Iorque, operado, e três meses depois estava totalmente curado e livre da doença. Imensamente agradecido, porém muito preocupado, o pai do menino entrou no consultório do neurocirurgião e perguntou quanto estava devendo ao hospital e ao médico.
     — Todas as despesas já foram pagas há três meses. Custaram um dólar, 11 centavos e a fé de sua filhinha.
     Prezado leitor: O mais terrível câncer, a mais terrível doença que ataca o ser humano chama-se pecado. Porém, o médico dos Médicos, Jesus Cristo, já providenciou a cura para ele: o seu próprio sangue derramado em nosso favor na cruz do Calvário. Todos nós precisamos desta cura.
     Jesus tem o poder de curar esse e todos os outros tipos de câncer, e qualquer outra doença que ataca o ser humano. E nem será necessário pagar 1 dólar e 11 centavos. É só crer. É ele, Jesus, “que perdoa todas as tuas iniquidades [pecados], e sara todas as tuas enfermidades” (Sl 103.3). Aceite-o como Salvador agora, e com a salvação você pode receber também a cura de suas doenças. Você só precisa pedir com fé e confiar. (Vá a uma igreja evangélica. O Médico dos médicos está à sua espera lá).

Jefferson Magno Costa

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A MULHER RICA QUE FOI LEILOADA

Jefferson Magno Costa

     Um grande evangelista pregava em uma praça de uma cidade da Inglaterra, quando a mulher mais rica da cidade, que gostava de zombar dos evangélicos, pediu que o motorista parasse sua limusine, pois ela queria ouvir aquele pregador.
     O mensageiro de Deus estava pregando sobre o valor de uma alma. Quando viu a orgulhosa mulher, comentou:
     — Acaba de chegar aqui a mulher mais rica da cidade. Vamos colocar imediatamente sua alma em leilão. Quem dá mais pela alma desta rica mulher?
     A multidão silenciou, curiosa e surpresa. Virando-se para o lado esquerdo, o pregador prosseguiu:
     — Alguém fez uma oferta. Satanás está oferecendo por sua alma todos os prazeres do mundo. Promete satisfazer todos os desejos carnais desta senhora. Em troca, ele só pede sua alma. Não! Não aceitamos sua oferta, Satanás!
     Olhando para cima, o pregador perguntou:
     — E tu, Senhor Jesus, o que ofereces pela alma desta rica mulher? Jesus está respondendo:
     — Por sua alma eu já derramei o meu sangue na cruz do Calvário. Dei por ela minha própria vida. Se ela concordar em me aceitar como seu Salvador, passarei a estar sempre com ela, dando paz ao seu coração. E quando ela morrer, viverá eternamente comigo no Céu.
     Levantando os braços, o pregador disse:
     — Nós aceitamos a tua oferta, Senhor Jesus!
     Dirigindo-se à rica mulher, o pregador perguntou:
     — E a senhora, aceita os termos desta negociação? Permite que Jesus seja agora o dono de sua alma?
     Com os lábios trêmulos mas a voz firme, a mulher respondeu:
     — Sim. Aceito!
     A quem pertence sua alma, prezado leitor? A Jesus ou a Satanás? Nesta questão é impossível manter-se neutro. Essa disputa independe de você. Ou sua vida está sob o controle do senhor das trevas, ou está sob o controle do Senhor da luz, Jesus Cristo.
     É o próprio Jesus quem lhe faz o convite: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11.28); “Porque todo aquele que clamar pelo meu nome será salvo” (Romanos 10.13), e “O que vem a mim de maneira alguma o lançarei fora” (João 6.37).
     Faça como aquela rica mulher: diga “Sim!” para Jesus. Vá a uma igreja evangélica e entregue sua vida a Ele.

Jefferson Magno Costa

PARTICIPANTE DO ROCK IN RIO: O MAIOR GUITARRISTA DO MUNDO DEDICOU NO CALVÁRIO SEU MELHOR SOLO DE GUITARRA A VOCÊ

Jefferson Magno Costa

     Certa vez ele tocou uma música que repercutiu como nunca no palco do mundo inteiro, e conquistou o próprio coração de Deus.
     Momentos antes ele havia conduzido, com dificuldade, sua pesada guitarra de madeira, que tinha o formato de uma cruz, até o alto de uma rocha chamada Calvário. Talvez tenha sido por isso que ele tornou-se conhecido como Cristo in Rock (Cristo na Rocha), ou Cristo do Calvário.
     Ele dominava tão bem a sua arte que era capaz de tocar sua guitarra simplesmente encostando-se nela. E foi o que ele fez. Para que o mundo inteiro pudesse vê-lo e ouvi-lo, os cenógrafos do Calvário o cravaram sobre sua guitarra e o ergueram. O mundo jamais viu ou ouviu guitarrista igual.
     Sua palheta eram pregos. A letra da música que ele cantou era composta das seguintes palavras: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16).
     Em seguida, ele contemplou a multidão e disse: “Pai, perdoa-os porque eles não sabem o que fazem" (Lucas 23.34). Após dar o melhor solo de guitarra de toda a sua vida, ele encerrou a sua carreira dizendo: “Está consumado” (João 19.30). Reclinando a cabeça para o lado, fechou os olhos e expirou.
     Extasiado com o que ouvira, e talvez querendo levar o guitarrista a tocar outra vez, um daqueles cenógrafos do Calvário aproximou-se de Cristo in Rock e golpeou o seu coração com uma lança. Um rio de sangue escorreu do Seu peito. Cristo in Rock tornara-se agora Cristo in Rock in Rio de sangue. Cristo inundando a rocha do seu e do meu coração com o rio de sangue do Seu amor.
     A música que Cristo in Rock tocou para o mundo tem um nome: Reconciliação com Deus. Ele dedicou essa música a mim e a você. Ouça-a, e tire o melhor proveito de sua letra para sua vida. (Vá a uma igreja evangélica. Cristo in Rock in Rio espera você lá).


Jefferson Magno Costa

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